É sobre empatia…

Foto do texto de Ana Claudia Campos sobre Empatia
Foto: Arquivo pessoal

*Ana Claudia Campos

É sobre empatia, talvez um dos incontáveis recados do que o homem recebe hoje

E se fosse nós confinados em jaulas de zoológico?
E se fosse nós separados de nosso familiares?
E se fosse nós alvo fatal de uma divertida brincadeira de caça?
E se fosse nós a usar focinheiras?

Nessa quarentena, uma ficha me caiu ao perceber que a Rainha da Inglaterra está isolada no seu castelo sozinha e os animais, antes vítimas de passeios divertidos de caça com a família, passeiam livremente nos seus jardins e arredores.

Alguém consegue traçar uma “coincidência” em tudo o que está acontecendo? Os animais, ainda que contaminados, estão protegidos do que deixa a humanidade de joelhos perante o invisível.

Um recado de Deus?

Como o homem, tão inteligente e “racional” ignora tamanha obviedade, como se diz na psicologia “a gente só enxerga aquilo que nos é conveniente”. Indo à origem de tudo isso, a captura de animais selvagens e seu consumo são causas das maiores pandemias que nos ameaçam.

Lutar pelos animais é a cura na raiz para salvar os humanos. A vida repete aquilo que não aprendemos, quantas vezes mais planeta? A criação de gado é a grande responsável pela derrubada de das florestas.

Nossa sagrada Amazônia está virando pasto para boi!

Mesmo a soja e milho plantados por lá são para alimentar animais de corte para o mundo todo. A pecuária é a grande responsável pela degradação do meio ambiente e consumo descompensado de água do planeta.

Por aqueles que não tem voz, Deus intercede e faz hoje o homem estar em seu lugar, sem direito a natureza , presos numa gaiola como fazemos com os pássaros que nasceram para liberdade. Hoje somos nós quem estamos impedidos de voar pelos céus do mundo.

Que a nossa arrogância e egoísmo também se ajoelhem e peçam perdão diante de toda dívida que temos com nossos companheiros da terra, os animais. Eles não são objetos ou produtos, são seres sencientes.


*@anacalcampos é uma mulher de meia idade, sempre em fase de construção, vegana, que ama a natureza, as crianças, a dança e a vida!

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